quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Dinossauros em Portugal. O Lourinhasaurus



Extintos há uns 65 milhões de anos, ainda não foram revelados todos os seus segredos, embora deles tenhamos muitos conhecimentos.
Em Portugal, na área da filatelia, encontram-se representados quatro especies, entre as quais o Lourinhasaurus. Este herbívoros gigante foi encontrado pela primeira vez em 1957, perto de Alenquer. Um outro esquelo foi descoberto em 1983 perto da Lourinhã, medindo de comprimento cerca de 4,5 metros. Viveu no período do Jurássico Superior.

Esta espécie está representada em etiquetas de máquinas de venda automática, tipo AMIEL e SMD. As primeiras emissões datam de 9 de Novembro de 1999 taxadas em escudos. Com o aperecimento do euro surgem taxas a partir de 21 de Fevereiro de 2000, estas em escudos e euros.
Estas franquias mecânicas foram impressas em Espanha em Off-Set, em papel esmalte. O seu autor foi José Projecto.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Mostra Filatélica na Pampilhosa

De 16 a 19 de Julho de 2010, esteve patente ao público na Pampilhosa, em pareceria com a Junta de freguesia, uma Mostra Filatélica comemorativa do 25º Aninersário de elevação da Pampilhosa a vila. Houve a edição de quatro sobrescritos comemorativos e de quatro selos personalizados.


quinta-feira, 24 de junho de 2010

Em defesa do meio ambiente


Este é um selo personalizado que acaba de ser editado pela EB1 de Figueira de Lorvão, concelho de Penacova. Este selo está inserido num projecto mais vasto, no qual pretendem chamar a atenção dos mais novos e dos menos novos da necessidade de todos defenderem o Meio Ambiente. (http://sites.google.com/site/escolamaisverde )

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Para quando um selo sobre o leitão assado à Bairrada


O leitão assado à Bairrada é um verdadeiro manjar dos deuses. Para quando um selo dos CTT a divulgar esta iguaria conhecida Internacionalmente?

Na cidade da Mealhada tem a honra de monumento e de Museu Internacional do Porco na vila de Pampilhosa. Esta iguaria, confeccionada nesta região, tem a sua arte com um sabor acumulado de várias gerações. Um conjunto de restaurantes regionais que o comercializam, procurando manter o sabor tradicional, contribuem para lhe darem fama mundial, assim como de outras organizações locais. Quem visita esta região vem sempre à procura deste manjar. Preservar a sua qualidade é uma preocupação que todos devem ter.
Antigamente era assado no espeto com um pau de loureiro e o forno de lenha de vime. Actualmente já não é bem assim, mas isto não significa que a sua qualidade não seja mantida.
A receita da sua confecção não é segredo para ninguém, mas nem todos conseguem um produto final de qualidade. O verdadeiro segredo está na experiência acumulada do assador que sabe como ninguém da temperatura ideal do forno, assim como da sua preparação que antecede a ida para o forno. Tudo é aparentemente simples, mas na realidade tem a sua arte.
Um leitão vivo com cerca de nove quilos fica depois de assado em cerca de cinco quilos. O tempero dá ao leitão aquele sabor que todos conhecemos e apreciamos. É composto por alho, sal, pimenta, louro, banha de porco, sendo então colocado no especto com o tempero no seu interior. É cozido normalmente com fio de sapateiro. As patas traseiras são amarradas ao pau e o leitão entra de cabeça para o forno, já à temperatura ideal. Pode demorar de duas a três horas a assar lentamente, sendo virado frequentemente para que tenha uma assadura uniforme.
Depois de assado é cortado e servido com batata frita, salada de alface, rodelas de laranja e com uma tacinha de molho, resultante da assadura. É normalmente acompanhado com espumante da região. Uma verdadeira delícia, que digam os apreciadores...
O leitão é rei na Bairrada e desejamos que o sei reinado nunca chegue ao fim.
Para quando um selo dos CTT, para divulgar esta iguaria?
Rui P. Carvalho

domingo, 6 de dezembro de 2009

Coleccionar programas de cinema.


Hoje é possível reconstruir toda a história do cinema da Pampilhosa através de uma uma fabulosa colecção de programas de cinema de que é proprietário O Grémio de Instrução e Recreio, também conhecido pelo Cinema de Pampilhosa.

Grémio de Instrução e Recreio talvez um nome já fora de uso é no entanto a mais antiga Associação do concelho da Mealhada, fundada a 5 de Abril de 1906. Por curiosidade, uma escritura desta associação foi realizada em escritório não fazer Chefe dos Caminhos de Ferro da Beira Alta tendão como notário Francisco Vasconcellos, Deslocando-se este a pé da Mealhada.

Por esta sala de espectáculos passaram ao longo de dezenas de anos grandes companhias de teatro nacionais, para além de grupos de teatro locais. Uma actividade notável, cuja memória é necessário não esquecer.

A formação em 1924 de uma empresa Cinematográfica, veio alterar o modo de Utilização da sala, sendo o cinema uma grande novidade, actividade que só terminaria em 1987 mas nunca deixando que o espaço fosse utilizado por várias manifestações culturais.

A colecção de programas de cinema de que esta associação é proprietária é do melhor que existe No nosso País ". Tudo isto é possível graças à paciência e organização dos Dirigentes desta Empresa Cinematográfica.

O primeiro programa data de 23 de Novembro de 1924 e pelo seu simbolismo O Consideramos ser o mais significativo. Deste programa que inaugura o " Cinematógrafo Elécrico"da Pampilhosa, anuncia uma exibição de oito filmes soberbos e deles destacamos" Beleza angelical ", filme que marca o inicio da projecção de filmes nesta localidade. Tudo isto no tempo do cinema mudo. táctil O tamanho era apenas fazer de 3m por 2, 4m isto, mas não impediu de encher uma sala. Os mais populares eram bilhetes de apenas oitenta centavos. O fornecimento de energia eléctrica era feito a partir da Cerâmica Mourão Teixeira Lopes, já que nos primeiros anos era uma iluminação a gás, produzido nas instalações próprias.

O programa de 5 de Julho de 1925 promete um espectáculo com uma sensacional exibição de dois filmes, "Aviso na porta" e "Lágrimas de cavalo", anunciando a inauguração de uma magnífica máquina Cinematográfica, Último modelo da "Casa Pathé"Com garantia da Supressão trepidação da absoluta e uma projecção nítida. Um verdadeiro sucesso.

Da consulta de todos estes programas em 1927 poderemos assinalar uma inauguração de uma grafonola " Pathé"Que som podia dar à exibição dos filmes e entreter o público durante os intervalos, assim como uma inauguração de um auto-piano, no ano seguinte para os mesmos fins.

A 3 de Maio de 1931 chega finalmente o cinema sonoro à Pampilhosa, com uma exibição de filmes "Broadway". Este programa promete uma inauguração sensacional, uma grande festa e grande arte.

Esta empresa Cinematográfica levou o cinema a outras localidades. Em 1933 o cinema sonoro leva ao antigo Teatro da Mealhada assim como ao Teatro Avenida do Luso em 1935 e ao Teatro de Anadia. Em 1938 inicia as exibições não Casino da Curia. Todo o equipamento necessário era transportado por esta empresa. Estas exibições prolongaram-se por alguns anos.

No ano de 1964 chega o " Cinemascop".

Termina esta empresa como exibições de filmes no ano de 1986. Pela sala do CINE-Teatro da Pampilhosa algumas passaram Centenas de filmes. A idéia de nunca deitar fora os programas sendo p sobravam que torna esta colecção muito completa, possível através dela contar a história do cinema exibido nesta localidade.

Esta colecção é um dos exemplos que temos na vila da Pampilhosa. É preciso não esquecer esta memória.

Coleccionar é um acto de cultura.

Rui P. Carvalho



domingo, 28 de junho de 2009

Conhecer a identidade do charuto - Coleccionar cintas de charutos

Conta-se que na Rússia a Rainha Victória tinha o hábito de fumar charutos. Naquele tempo era hábito as senhoras usarem luvas brancas. Manusear os charutos com as ditas luvas provocaria manchas. Para ultrapassar este pequeno problema a rainha terá pedido que colocassem uma fita de seda envolvendo o charuto. Terá aqui nascido a ideia de se colocar uma anilha? Outra versão tem a ver como um meio de proteger a capa exterior do charuto evitando que a mesma se desprenda.
O que sabemos, no entanto é que Gustav Bock de nacionalidade holandesa , um grande fabricante de charutos em Cuba que rivalizava com os produtores espanhóis para tornar diferente o seu produto resolveu envolvê-los com uma pequena anilha e assim os personalizava diferenciando-os da concorrência. Seria a sua imagem de marca.
Na última metade do séc. X l X era já comum as várias marcas colocarem as suas cintas de charutos e daí a coleccioná-los foi um passo.
Vitofilia é o termo actualmente utilizado por quem se dedica a coleccionar anilhas de charutos existindo actualmente uma grande variedade .
O uso do tabaco é já conhecido no 1000 A . C. Nas tribos indígenas da América Central sendo por elas utilizado nos seus rituais.
Na Europa aparece-nos o seu uso já séc. XVI. Inicialmente o seu consumo encontra-se ligado a fins curativos. No séc. XVII é conhecido o caso da rainha Médicis de França que o utilizava para aliviar as dores das enxaquecas que frequentemente a atormentava. Nesta época era também moda, a alta sociedade cheirarem o rapé que era colocado em bonitas caixinhas. Cheiravam o rapé (o tabaco), davam um espilro e todos se sentiam contentes... coisas de outros tempos.
O consumo alastrou-se até aos nossos dias. Se inicialmente era utilizado para fins curativos, hoje está mais do que demonstrado de que o seu uso é perigoso para a saúde pelo que o bom senso aconselha a evitar-se o seu consumo .
O interesse em coleccionar as anilhas de charutos vem também do facto da sua maioria serem cuidadosamente impressas, sendo estas a sua colocação a última fase do longo processo do seu fabrico. É sem dúvida uma identidade do charuto e uma vez retirada só com alguma perícia o poderemos identificá-lo.
Aos longos dos anos foram produzidas milhares de anilhas, umas identificativas apenas do fabricante e outras são edições especiais personalizadas de quem as encomendou, ou retractando os mais diversos acontecimentos. H á edições que valem pequenas fortunas. O requinte como algumas são impressas, a história que pode estar por detrás de cada edição, ou os diferentes motivos que elas nos transmitem torna-as coleccionáveis. Reuni-las todas é tarefa quase impossível.

Como orientar uma colecção?



Por marcas de fabricantes.
Por países.
Por temas.

A primeira e a segunda possibilidade têm uma perspectiva tradicional. Se introduzir-mos um texto adequado poderá contar-nos muitas histórias curiosas dos seus fabricantes ou dos países produtores.
A terceira orientação é muito aliciante, tal a variedade de motivos disponíveis nas anilhas de charutos. É possível encontrar entre outros os seguintes temas:

* Fauna (cães, gatos, peixes...).
* Meios de transporte (automóveis, barcos...).
* Personagens célebres.
* Desporto.
* Paisagens e monumentos.
* Artistas de cinema.
* Pintura.
* Tradições e costumes.
* Emblemas.
* Brasões.
etc. etc.

Existem no mercado algumas variedades de folhas que possibilitam uma montagem atraente desta colecção. Apostar na sua conservação será uma primeira opção em ter em conta.
Há também a possibilidade de se coleccionar os rótulos das caixas de charutos, estas existentes em menor número.
Permitam-me agora uma pequena observação. Colecciono este material há cerca de 40 anos e por isso mesmo consegui reunir largas centenas de exemplares. Como colecção organizada há mesmo tempo, é certo. Mas uma pergunta que sempre fiz a mim próprio e nunca encontrou uma resposta aceitável. O que terá levado um não-fumador assumido, a interessar-se por coleccionar anilhas de charutos? “ Coisas” de coleccionador... Será?
Rui P. Carvalho
Nota:
Para saber mais sobre este tema consultar
http://cintasdecharutoecompanhia.blogspot.com/

segunda-feira, 13 de abril de 2009

História Postal do concelho de Mealhada

A história Postal do concelho de Mealhada reserva-nos muitas agradáveis surpresas. Para divulgar este Património Filatélico foi criado un novo sítio integrado no presente Blog.
Não deixe de o visitar.
http://sites.google.com/site/875histpostalmealhada